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sábado, 2 de junho de 2012

INHOTIM, ALÉM DO SONHO.

Tudo já se falou sobre Inhotim, o fantástico espaço idealizado pelo empresário Bernardo Paz para abrigar mais de 500 obras de mais de 100 artistas de 30 países diferentes. O maior centro de arte contemporânea do Brasil é lindo, espetacular, indescritível, sensorial, visual, todos os adjetivos já foram usados. Sim, Inhotim é tudo isso e muito mais, muito mais mesmo. Só existir, num país onde a cultura é tragada pela ignorância, já é um feito a ser laureado.

Veja o vídeo abaixo.

SEE THE VIDEO

Saímos de Tiradentes no final da manhã de uma quarta feira, de carro, em direção a Inhotim. A reserva estava feita no Hotel Nossa Fazendinha, que escolhemos pela internet depois de longa pesquisa. A viagem durou tres horas e meia, acho que erramos algum caminho, a sinalização não ajudou, e, pelo adiantado da hora, fomos direto para o Inhotim, onde duas amigas nos esperavam.


Meu marido tinha operado o joelho e estava com certa dificuldade de locomoção. Preparados para atender público com necessidades especiais, os funcionários nos indicaram uma vaga perto da recepção/bilheteria e disponibilizaram um carrinho elétrico para nos levar até o ponto de encontro - o restaurante Tamboril.

Restaurante Tamboril
O Tamboril é um dos espaços gourmet dentro do parque. Enorme, cercado por obras de artistas como Waltércio Caldas, Tunga, Paul McCarthy, tem um buffet de comida contemporânea/mineira bem ao gosto de qualquer freguês.

"Boxhead", obra de Paul McCarthy
"Escultura para todos os materiais não transparentes", obra de Waltercio Caldas
Natureza exuberante
Passeamos um pouco por ali, visitamos "By Means of a Sudden", a instigante obra de Olafur Eliasson, demos uma larga volta no carrinho elétrico e já era hora de ir embora.
O parque fecha às 16h30, cedo para os visitantes, mas, pensando nos 1000 funcionários, muitos ainda estudantes que pegam condução para ir para casa, é razoável.
Seguimos para o hotel, em Brumadinho. Antes passamos no Supermercado Luna, no centro da cidade, para comprar um vinho, queijos e petiscos para a noite.
Brumadinho é a cidade mais próxima do Inhotim, mas ainda não percebeu o potencial turístico que possui. Os restaurantes não abrem durante a semana, não existe um comércio atraente, ninguém se preocupa com a arquitetura, nem com a limpeza, nem com o acolhimento ao turista.
O hotel não era o mais indicado, nem o melhor qualificado. O Nossa Fazendinha ganhou nossos votos por ficar a apenas 6km do Inhotim, e o acesso ser por asfalto. Outros hotéis mais bem posicionados no ranking perderam o posto pela localização afastada ou pelo acesso por estrada de terra.
"Rústico", como bem definiu a Lúcia, o Nossa Fazendinha não tem luxo. Os chalés são pré-fabricados, com ventilador de teto, frigobar, e um rodo a postos no banheiro para enxugar a água do chuveiro aberto, sem box ou cortina. Limpo, simples, funcionários simpáticos, sem estrelas .

Chalé do Nossa Fazendinha
Interior do Chalé
Buffet do Nossa Fazendinha
A diária de 250 reais dava direito a uma refeição e, àquela altura, já todos estavam com fome. O restaurante não oferece nada apetitoso, o fogão a lenha não seduz e a comida não despertou a gula. Saímos à procura de um lugar para jantar. Rodamos quase uma hora de carro, por uma estrada escura de terra, até a pousada Nova Estância, onde, segundo informações, o restaurante era muito bom. Demos com a cara no portão. Apesar da iluminação, ninguém apareceu para abrir ou atender o interfone. Tentamos ligar para o Bistrô Chez Aline, outro restaurante indicado, mas ninguém atendeu o telefone. Voltamos para o Nossa Fazendinha e nos contentamos com queijos e amendoim!!!
No dia seguinte, logo cedo, fomos para o Inhotim. Apesar da fome, foi um acerto ficar tão próximo.
Mais uma vez nos cederam um carrinho elétrico guiado por uma guia simpática e eficiente. E começamos a nos deslumbrar.
Elevazione, obra de Giusepe Penone
É um tronco de bronze apoiado em 5 árvores que começam a abraça-lo.

Esculturas de Edgard de Souza
A partir do corpo do próprio artista em posições abstratas e fragmentadas.

Galeria Miguel Rio Branco
A Galeria Miguel Rio Branco abriga uma significativa parte da obra desse fotógrafo. Preste atenção em "Blue Tango".

Sonic Pavillion
No alto de um morro, com acesso por uma trilha isolada, a obra de Doug Aitken surpreende o público com uma transmissão contínua dos sons emitidos a mais de 200 metros de profundidade, captados por microfones geológicos. Conta a funcionária que, sempre que uma pedreira explode, os ruídos se multiplicam. A Terra está viva e sofre. 

Desert Park, obra de Dominique Gonzales-Foerster
É isso mesmo, um conjunto de pontos de ônibus de concreto deslocado para um novo contexto, dentro do conceito de nomadismo- cultural.

Viewing Machine, obra de Olafur Eliasson
Um caleidoscópio gigante multiplicando beleza.

Piscina, obra de Jorge Macchi
Baseada no desenho que o autor fez de uma caderneta de endereço com índice, a obra é também
uma piscina em funcionamento. Se quiser, pode mergulhar.
Beam Drop Inhotim
Chris Burden, autor de Beam Drop, localizou a sua escultura no alto de uma montanha. A obra consiste em  71 vigas de construção jogadas por um guindaste de uma altura de 45 metros, dentro de uma vala cheia de cimento fresco, durante um período de 12 horas. O efeito é de uma monumental floresta de troncos. Lindo!

Galeria Cosmococa, obras de Helio Oiticica e Neville d´Almeida
Através, obra de Cildo Meireles
Com materiais comuns, geralmente usados para criar barreiras, como grades e cortinas de banheiro, e o piso todo de cacos de vidro, Cildo Meireles criou uma instalação instigante, onde podemos caminhar ultrapassando essas barreiras. Como o chão é de vidro quebrado, é obrigatório sapato fechado/tênis.

Tênis, aliás, é o calçado ideal. Esqueça o saltinho, o scarpin, o peep toe, você não vai usar nada disso em Inhotim ou Brumadinho. O tênis surrado é a sua melhor companhia.

Glove Trotter, de Cildo Meireles
A reunião de esferas diferentes, e ao mesmo tempo iguais, envolvidas numa malha metálica, remete a uma paisagem lunar.

Desvio para o vermelho, obra de Cildo Meireles
Quando resolvemos ir ao Inhotim, essa era a obra que eu mais queria ver. A sala absolutamente vermelha é altamente sensorial e dramática. Ainda dois outros ambientes formam o conjunto e o complementam com humor.

Galeria Adriana Varejão (foto de Bruno Magalhães do site Inhotim)
Galeria Adriana Varejão
A artista plástica Adriana Varejão foi uma das primeiras a ter uma galeria só para ela. Do lado de fora, este espelho d´água espetacular e a obra Panacéa Phantastica. Dentro da galeria estão Celacanto Provoca Maremoto, Carnívoras, Linda do Rosário, O Colecionador e, no terraço, Passarinhos. É impressionante como a magnífica construção de cimento está perfeitamente integrada à natureza. O projeto arquitetônico de Rodrigo Cervino Lopez, foi premiado em 2008, pelo Instituto de Arquitetos do Brasil.  


Passarinhos, obra de Adriana Varejão
A natureza é a obra prima.
Lojinha 
Abre a porta, obra de John Ahearn e Rigoberto Torres
Esse painel tem uma história interessante: as pessoas esculpidas no mural são funcionários do Inhotim que tiveram seu corpo moldado em gesso, depois a aplicação de resina. O cachorro que acompanha o policial (fora de quadro) teve que ser sedado para o molde.

Rodoviária de Brumadinho, obra de John Ahearn e Rigoberto Torres
Nesse painel, John Ahearn e Rigoberto Torres retratam personagens que frequentavam o Forró de Brumadinho, ao lado da rodoviária. Dentro do ônibus, vários funcionários do Inhotim indo para o trabalho.
Esses dois painéis ficam meio escondidos atrás da Galeria Praça. Se eu não conhecesse e procurasse, tinha saído sem ver. É imperdível.

De Lama Lamina, obra de Matthew Barney
Foi a obra que mais me impressionou pela magnitude, potência e denúncia. Com essa escultura instalada dentro de uma imensa redoma de vidro e ferro, no meio da floresta, o artista narra o conflito entre Ogum, orixá do ferro, da guerra e da tecnologia, e Ossanha, o orixá das florestas, das plantas e das forças da natureza. Deslumbrante!!!

O Tamboril
a árvore símbolo do Inhotim
Ao fundo A Invenção da Cor, obra de Helio Oiticica
Narcissus Garden Inhotim, obra de Yayoi Kusama
São 500 esferas de aço inoxidável flutuando na cobertura do Centro Educativo Burle Marx. A escultura é orgânica, se move ao prazer do vento.

A Invenção da Cor, Penetrável Magic Square, obra de Helio Oiticica
Bisected Triangle Interior Curve, obra de Dan Graham
Um jogo de espelhos no pavilhão mimetiza a natureza.

OUTRAS OBRAS:

The Murder of Crows, obra de Janet Cardiff e George Bures Miller - um galpão com 98 alto-falantes, algumas cadeiras e todo o resto do espaço vazio. Sons de canções de ninar, vozes, composições musicais, numa narrativa inspirada em "O sono da razão produz monstros" (1799), de Goya. O visitante se deixa envolver pela atmosfera de delírio.

Forty Part Motet - obra de Janet Cardiff. A artista gravou, individualmente, cada integrante do coral da Catedral de Salisbury. As 40 vozes reproduzem, em 40 alto-falantes, Spem in Alium nunquam habui, a complexa composição de Thomas Tallis, composta em 1575 para a comemoração do aniversário da Rainha Elizabeth I. Sentado no centro do círculo, o espectador consegue distinguir cada voz e se deixa embalar pela música.

Continente/Nuvem, obra de Rivane Neuenschwander. Em uma casa de fazenda de 1874, a mais antiga construção, remanescente da fazenda que deu origem ao Inhotim, a obra ocupa o teto, onde bolas de isopor se movimentam criando formas abstratas que remetem, a mapas e ao movimento das nuvens no céu.

Folly, obra de Valeska Soares. Um pavilhão octogonal onde, em vídeo, dançarinos se movem criando imagens infinitas nas paredes de espelho. Na pista de dança, os dançarinos se encontram e se separam como num passe de mágica.

São 18 galerias e, em algumas, como a Galeria Mata, as obras estão em exposição temporária, vale a consulta ao site.

Além do acervo fantástico, o Inhotim também promove eventos culturais como o Projeto Inhotim Em Cena. Bandas, corais, quintetos, teatro de bonecos, shows de MPB, teatro para crianças. É só consultar a programação no site do Instituto. O Teatro de 220 lugares é confortável e funciona ao longo do ano.

Teatro do Inhotim
Café do Teatro
INHOTIM:
Rua B, 20.
Tel: 55 31 32545440
info@inhotim.org.br
inhotim.org.br

Por que Inhotim?

A fazenda do senhor Timothy era conhecida pelos habitantes do lugar, total mineirice, como a fazenda do "Inhô Tim". Daí, quando o empresário Bernardo Paz, em meados da década de 80, comprou o lugar, manteve o nome. Em 1984, o paisagista Burle Marx visitou o espaço e deu algumas sugestões para os jardins. No início, Bernardo Paz só recebia os amigos. A primeira obra a ocupar uma galeria no Inhotim foi True Rouge, do Tunga.

Galeria True Rouge, obra de Tunga
Depois, veio a Galeria da Adriana Varejão, que foi casada com Bernardo. Com o tempo, e muitas outras obras, já não tinha sentido manter aquele espaço maravilhoso só para alguns poucos privilegiados e, em 2006, Bernardo Paz abriu suas terras para visitação. Hoje, o Inhotim é uma Fundação. Suas obras e seu mérito são reconhecidos no mundo inteiro. Aliás, a quantidade de turistas estrangeiros é maior do que a de brasileiros. Incrível como o Inhotim é mais divulgado no exterior do que no Brasil.
Para o final de 2012 estava prevista a inauguração de dois pavilhões: um para a obra "T-téia", de Lygia Pape, outro para abrigar mais de 30 obras de Tunga. Em 2013, será a vez de dois imensos pavilhões de Olafur Eliasson e a galeria da fotógrafa Claudia Andujar. Além destes, outros novos espaços serão montados para artistas como o cubano Carlos Garaicoa e a espanhola Cristina Iglesias.
As escolas públicas da região promovem a visita de alunos, que tem acesso gratuito através de convênios com o Instituto. São mais de 500 crianças, de várias idades, circulando pelo espaço.
Para suprir a falta de hospedagem, Bernardo Paz planeja inaugurar uma pousada, com 40 bangalôs, em 2013.

Algumas dicas:

Se você for direto do shopping para o parque, não se preocupe, eles têm guarda-volumes.
Não leve seu animal doméstico, ele vai ser barrado.
Leve repelente e protetor solar! Um boné em dias de sol é muito útil.
Uma garrafinha d´agua vai fazer falta, você vai andar muito.
Não é permitido fotografar dentro das galerias, é preciso autorização.
Tênis e roupa confortável.
Esvazie a bolsa, leve o necessário.
Resista à tentação de fazer um piquenique.

O Instituto Cultural Inhotim abre de terça a domingo, inclusive feriados.
De terça a sexta - de 9:30h às 16:30h. Ingressos a 20 reais.
Sábados, domingos e feriados - de 9:30h às 17:30h. Ingressos a 28 reais.
Eles trabalham com meia entrada para estudantes e maiores de 60 anos. Gratis para menores de 6 anos.
Há venda de ingressos pela internet.
Compre o passe para usar o carrinho elétrico nas rotas determinadas - 15 reais.
O transporte é gratuito para pessoas com necessidades especiais e crianças até 5 anos, e dá direito a um acompanhante.
Se preferir ficar com o carrinho à disposição, é só alugar na recepção. Não é barato.
Você pode visitar o Inhotim por sua conta ou agendar na recepção uma das visitas guiadas. Não é barato.

COMO CHEGAR:

- Do aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, ao Inhotim, de carro, são 60km; a viagem demora 1h e meia.
- O Marcelo, do Hotel Nossa Fazendinha, faz o transfer - (31) 96037979.
- De Belo Horizonte a Brumadinho, a estrada mais bonita é por Nova Lima, saindo do trevo do BH Shopping pela BR040. No caminho, está o restaurante Topo do Mundo.
- A agência Happy Travel organiza passeios com vários roteiros, transfers. www.hthappytravel.com.
 (31) 41170333 - (31) 99497969.
- Da rodoviária de Belo Horizonte saem ônibus para Inhotim. Informações na Viação Saritur -
(31) 34191800

ONDE FICAR:

Hotel Ville de Montagne - a 4 km do Inhotim, no Centro de Brumadinho, esse 3 estrelas foi inaugurado em Agosto de 2013. Segundo a nossa leitora Flávia "é um Hotel vertical, hiperconfortável, funcionários simpáticos, muito bom!" Rua Aníbal Coelho 95, São Bento, Brumadinho. 

Hotel Nossa Fazendinha - a 6 km do Inhotim, acesso por asfalto.
(31) 35712494 - (31) 35711104. A diária de 250 reais para casal dá direito a café da manhã e uma refeição. Para uma pessoa a diária é 140 reais. (valores de Maio de 2012)

Pousada Fazenda Nova Estância - a 14km do Inhotim, o acesso passa por 3km de estrada de terra. (31) 33465280. A diária da suite standard é 260 reais para o casal com café da manhã.

Estalagem do Mirante - segundo o ótimo blog do Ricardo Freire, é a melhor hospedagem da região. São 16 chalés, todos com wi-fi. Fica bem afastada do Inhotim, 35km, mas a vista é espetacular, são 1200 m de altitude, e o restaurante costuma ser muito elogiado. (31) 35755061 - (31) 35755660. www.estalagemdomirante.com.br

ONDE COMER:

Dentro do Inhotim existem restaurantes para todos os gostos, desde o charmoso Bistrô do Ganso, o contemporâneo Tamboril, o aconchegante Oiticica, às barraquinhas de cachorro quente espalhadas pelo parque.

Restaurante Topo do Mundo - Estrada da Serra s/no. Tel: (31) 35755545. No alto da Cordilheira da Serra da Moeda, a 1500 m de altitude, a cozinha é comandada pelo Chef André Rotondo. Funciona de quarta a domingo (melhor ligar antes). Fica a 32km do Inhotim.

Bistrô Chez Aline - Av. Casa Branca 205, Brumadinho. Tel: (31) 35753517. Ligue antes para saber se está aberto.

10 comentários:

  1. Oi, Teresa,

    fui para Inhotim no fim de semana passado (em outubro/12) e seu post está super completo!!

    Só de junho para hoje, em apenas 4 meses a entrada pulou para R$28 reais...

    Também complemento a informação sobre a piscina (entrei!). Lá tem vestiário com toalha e tudo!!!

    Também fiquei no Nossa Fazendinha e não gostei. Nosso ventilador de teto estava quebrado e durante o dia fez 38 graus. Aquilo era um forno! E custava colocar tela na janela? Não podíamos abrir porque se não enchia de bicho atraídos pela luz... Outro detalhe a piscina, do lado do estábulo, um cheiro... Não dava para usar! Fala verdade, vale o que pedem??? Um absurdo.

    Da próxima vez vou tentar o Hotel Fazenda Igarapés.

    Um beijo,

    Veri

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    1. Oi, Veri!
      Que bom que você gostou das sugestões. Nós fomos no inverno, nem olhei a piscina do Nossa Fazendinha! E, com o frio, não sofremos com insetos. Mas você tem razão, não custa ao hotel colocar telas nas janelas, cortinas no box, alguns cuidados que só fariam o mínimo para melhorar. Eles só ganham pontos pela proximidade com o parque.
      Eu não consigo entender porque o povo de Brumadinho não investe em turismo! Podiam seguir o exemplo de Tiradentes, Bichinho, Parati e tantas outras. Uma pena!
      Vou corrigir o preço, obrigada.
      Nóa temos uma página no Facebook onde as pessoas trocam dicas de viagem. Adoraria se você postasse as suas!
      "Flanar Por Aí, dicas de viagem".
      https://www.facebook.com/pages/Flanar-Por-Ai-dicas-de-viagem/190672691058051?ref=tn_tnmn
      Beijos,
      Teresa

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  2. Teresa,

    olhei melhor, o preço está certo: quarta e quinta é R$20 mesmo. Sextas, sábados e domingos é R$28!

    Vou curtir sua página no Face.

    Um beijo,

    Veri

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  3. Oi! Vi suas dicas antes de ir e adorei! Coloquei um link para o seu post na postagem que fiz hoje em www.passaportebaby.com. Ah, e que fotos lindas! Parabéns!


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    Respostas
    1. Oi, Rosa.
      Espero que você tenha se divertido muito em Inhotim! Obrigada por compartilhar o post.
      Beijo
      Teresa

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  4. Nos podemos tentar descrever as maravilhas que nos sao apresentadas no INHOTIM , mas so` mesmo visitando para termos uma nocao. Simplesmente inacreditavel. Podem mostrar fotos, videos , etc , mas so` estando la` para entender...ou tentar entender...
    Eu e minha esposa ficamos hospedados na Nova Estancia...adoramos...receptividade tipica mineira...cafe da manha espetacular...instalacoes e roupa de cama de primeirissima qualidade...
    Volataremos em breve...

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    Respostas
    1. E não é mesmo um lugar "além do sonho"?

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  5. De uma proxima vez, tentem a Pousada Fazenda Nova Estancia. https://www.facebook.com/pousadaanovaestancia

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  6. Estou no meu segundo e último dia de Inhotim, mas não a última vez. Voltarei mais vezes aqui.
    Ficamos hospedados num Hotel recem inaugurado no Centro de Brumadinho , a 4 km do Inhotim: Ville de Mointaigne. É um Hotel vertical, hiperconfortável, funcionários simpáticos, muito bom!

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    Respostas
    1. Oi, Flávia.
      Adorei a dica, vou acrescentar no post.
      Obrigada.

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